dezembrite

Bateu aquela bad de fim de ano? Isso tem nome e sobrenome: ‘dezembrite’

CURIOSIDADES

A chegada das festas de final de ano muitas vezes não traz apenas alegrias, mas também desafios emocionais. Conheça o termo “dezembrite” e saiba como lidar com esse período delicado.

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Entenda a ‘dezembrite’: desafios emocionais no fim de ano

Com o encerramento do ano se aproximando, é comum que muitas pessoas experimentem sentimentos nem sempre positivos, dando origem ao termo popular “dezembrite”. Embora não seja um conceito reconhecido formalmente, especialistas alertam que os sintomas associados a essa “síndrome do fim de ano” são reais e podem impactar a saúde mental.

“luto” do dezembro

O psiquiatra Saulo Ciasca destaca que dezembro é naturalmente associado ao fim de ciclos, como o ano letivo e profissional, o que pode desencadear sentimentos negativos, incluindo uma espécie de luto pelo ano que passou. Para algumas pessoas, a angústia surge ao perceberem que viveram no “automático”, resultando em frustração.

Sintomas da “dezembrite”

A “dezembrite” pode desencadear uma variedade de sintomas, como ansiedade, estresse e até mudanças no comportamento, como excesso de sono, alimentação descontrolada e problemas dermatológicos. Essas respostas variam de pessoa para pessoa, indicando a necessidade de compreender como cada indivíduo lida com situações de vulnerabilidade.

“Dezembrite” e o paradoxo natalino

A psicanalista Maria Homem ressalta que a “dezembrite” não se limita apenas a dezembro e pode começar já no final de novembro, coincidindo com a decoração natalina. O paradoxo do fim de ano, marcado pela ambivalência entre nostalgia e entusiasmo pelo futuro, é uma experiência comum.

Dicas para superar a “dezembrite”

Diante desse cenário emocional desafiador, o psicanalista Érico Andrade oferece seis dicas para lidar com a “dezembrite”:

  1. Se perdoar: Aceitar que nem tudo saiu como planejado.
  2. Enxergar o próximo ano como uma oportunidade: Focar nas possibilidades de realização.
  3. Celebrar as metas alcançadas: Valorizar as conquistas, por menores que sejam.
  4. Viver no presente: Concentrar-se no que pode ser controlado agora.
  5. Aceitar que a vida é um processo contínuo: Não se trata de realizar tudo, mas de fazer o melhor possível.
  6. Acreditar na possibilidade de mudança: Entender que o novo ano traz oportunidades para transformações.

Ao compreender e adotar estratégias para enfrentar a “dezembrite”, é possível encarar o fim de ano com maior equilíbrio emocional e otimismo para o que está por vir.

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