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Vape deixa jovem em situação crítica após apenas 3 meses de uso: entenda!

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Gabriel Nogueira Souza, de 23 anos, optou pelo cigarro eletrônico durante a internação hospitalar de sua esposa. Ele conta que, embora o hospital proibisse fumar, o vape não acionava os sensores de fumaça e não deixava odores desagradáveis.

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Dor e tosse e sangue

Após três meses de uso, Gabriel acordou em agonia, tossindo sangue e com dores insuportáveis. Uma série de exames revelou vidro fosco nos pulmões, broncopneumonia e enfisema pulmonar.

Fonte desconhecida/ Reprodução: BBC News

Composição tóxica

Gabriel revela que o óleo presente nos cigarros eletrônicos estava nos brônquios, provocando danos irreversíveis. Ele enfrentou um mês de internação e tratamento intensivo.

Riscos à saúde e regulamentação controversa

Cigarros eletrônicos, apesar de atraentes, trazem riscos à saúde, incluindo problemas respiratórios e cardiovasculares. Enquanto seu comércio é proibido no Brasil, a regulamentação divide opiniões.

A indústria do tabaco pressiona pela legalização do produto, enquanto especialistas alertam para riscos de aumento no consumo entre os jovens. Outros países estão debatendo a regulamentação.

Recuperação difícil

Passados quase dez meses da internação, Gabriel lida com fisioterapia e tratamento para se recuperar das sequelas. A falta de ar persistente continua a limitar suas atividades diárias.

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