Astrônomos detectam fenômeno raro que Einstein fez previsão, Einstein Cross

Astrônomos detectam fenômeno raro que Einstein previu que nunca veríamos

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O universo está cheio de mistérios, e um recente achado dos astrônomos certamente deixa Albert Einstein orgulhoso e surpreso ao mesmo tempo.

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O presente do universo: uma descoberta desafiadora

Os olhos atentos dos astrônomos encontraram algo no céu que, segundo Einstein, era quase impossível de se observar. Imagine uma foto onde aparecem quatro pontos azuis claros ao redor de uma pequena mancha laranja.

Não, não é um erro na imagem. Isso é chamado de Einstein Cross, e esses pontos são quatro imagens da mesma galáxia, moldadas por um fenômeno conhecido como lente gravitacional.

Um mergulho na física: compreendendo o fenômeno

Para nós, meros terráqueos, a pequena galáxia azul está escondida diretamente atrás da laranja. Acontece que a galáxia laranja tem uma massa tão grande que altera o próprio tecido do espaço-tempo.

O resultado? A luz da galáxia azul é projetada não uma, mas quatro vezes, criando o impressionante Einstein Cross.

Essas formações raras surgem quando um objeto distante, uma lente gravitacional e um telescópio se alinham perfeitamente, mesmo estando separados por bilhões de anos-luz.

E graças a ferramentas sofisticadas, como o Very Large Telescope, astrônomos como Aleksandar Cikota podem decifrar detalhes sobre as idades e composições químicas dessas galáxias distantes.

As surpresas do cosmos: desvendando cores e distâncias

A distante galáxia azul, que brilha em nosso céu, encontra-se a inimagináveis 11 bilhões de anos-luz de nós. E contra todas as expectativas, em vez de apresentar um tom avermelhado, ela resplandece em azul vibrante, um sinal de sua intensa formação estelar.

Por outro lado, a galáxia laranja, mais próxima a nós, revela-se uma veterana cósmica, repleta de estrelas envelhecidas e poeira cósmica.

Desafiando as previsões: Einstein não estava sempre certo

Apesar de Einstein ter previsto as lentes gravitacionais, ele duvidava que seríamos capazes de observar um fenômeno tão alinhado como o Einstein Cross.

No entanto, os avanços tecnológicos e a perseverança dos astrônomos mostraram que, por mais brilhante que Einstein fosse, ele não poderia prever tudo. Hoje, temos registros de dezenas dessas formações e a expectativa é que muitas outras sejam reveladas nos próximos anos.

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